Objectivos
Automatizar os meus processos
Tirar da agenda da equipa o trabalho que uma máquina faz melhor por ser sempre igual.
Em quase todas as empresas há uma pessoa competente a passar seis horas por semana a copiar informação de um sistema para outro. Não é um problema de esforço — é um problema de desenho, e o custo real não é o tempo: é o erro que entra quando alguém copia mal uma linha às cinco da tarde.
Mas há uma armadilha aqui que vale dizer antes de se gastar dinheiro: automatizar um processo mau é acelerar o problema. O trabalho começa por perceber o processo, decidir o que deixa de fazer sentido, e só depois construir. Quem começa a construir na primeira semana entrega mais depressa e resolve menos.
O que é possível entregar
- Mapa do processo actual, com o custo em horas de cada passo — muitas vezes é aqui que a decisão muda
- Integrações entre os sistemas que já usa, sem os substituir
- Automatizações com registo do que correu e do que falhou, e aviso a um humano quando falha
- Agentes de IA onde o julgamento é necessário mas repetível, com limites definidos e escalada para pessoas
- Documentação e formação, para a automatização não depender de quem a construiu
- Medição do antes e do depois, em horas e em erros, para se saber se valeu
As competências que isto mobiliza
Quanto tempo leva
Duas a três semanas para mapear e provar um processo; seis a doze para uma operação com vários processos ligados. Vale a pena começar por um e medi-lo antes de comprar o resto.
Quando é este o objectivo certo
Escolha isto quando o mesmo trabalho manual se repete todas as semanas e já custa mais em horas do que custaria automatizá-lo. Não escolha para um processo que muda a cada mês: automatizar o que ainda está a ser inventado é construir sobre areia.
Outros objectivos
Diga-nos o problema. Nós dizemos quem o resolve.
Meia hora de conversa. Se não for trabalho para nós, dizemos nessa conversa.